No sono eu derreto a autonomia do objeto
que se me dizia real. Agora, dócil
ao comando do meu pensar, revivo o fóssil
que eu vi berrar, que eu vi morrer em grito abjeto...
Este poder, uma pena que é tão incerto,
pois que o posso exercer de maneira tão fácil...
Tudo simultaneamente possível no ócio
da verossimilhança que descansa perto
deste parto que faço passante, banal
como a esperança viva. Ao meu olhar selado:
ingênua forma que repousa enquanto venço
sua rigidez atrás do cílio. Se o não penso,
não tem sentido, não o vivo como real,
e sim como o que em mim existe apaixonado.
que se me dizia real. Agora, dócil
ao comando do meu pensar, revivo o fóssil
que eu vi berrar, que eu vi morrer em grito abjeto...
Este poder, uma pena que é tão incerto,
pois que o posso exercer de maneira tão fácil...
Tudo simultaneamente possível no ócio
da verossimilhança que descansa perto
deste parto que faço passante, banal
como a esperança viva. Ao meu olhar selado:
ingênua forma que repousa enquanto venço
sua rigidez atrás do cílio. Se o não penso,
não tem sentido, não o vivo como real,
e sim como o que em mim existe apaixonado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário