Eu já ando injuriado, ô xará.
Meu salário defasado.
meu povo todo esfomeado
e ainda é intimado a votar.
Vejo que essa previdência
não tem competência prá ser social.
O trabalhador adoece e morre na fila do
hospital.
Enquanto uma pá de aspone
que dorme e come, mamando na teta.
E os PCs na mamata, sempre fazendo mutreta.
Roubando o dinheiro do povo
e mandando prá Suiça na maior careta.
Isso é que é covardia
que me arrepia e me faz chorar.
É fraude por todos os lados
e ninguém consegue grampear os culpados.
É que na realidade a impunidade tá feia
demais.
E uma pá de cheque-fantasma, assustando o planalto central.
Assombração do barraco é o ladrão de
gravata e não é o marginal.
Meu salário defasado.
meu povo todo esfomeado
e ainda é intimado a votar.
Vejo que essa previdência
não tem competência prá ser social.
O trabalhador adoece e morre na fila do
hospital.
Enquanto uma pá de aspone
que dorme e come, mamando na teta.
E os PCs na mamata, sempre fazendo mutreta.
Roubando o dinheiro do povo
e mandando prá Suiça na maior careta.
Isso é que é covardia
que me arrepia e me faz chorar.
É fraude por todos os lados
e ninguém consegue grampear os culpados.
É que na realidade a impunidade tá feia
demais.
E uma pá de cheque-fantasma, assustando o planalto central.
Assombração do barraco é o ladrão de
gravata e não é o marginal.
Poesia conjunta de José Carlos e Elso Boa Gente
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