sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Editorial

Quebrar os cadeados e roubar as cornucópias
Deitados na lama e na grama, em transe
Metendo a língua na boca dos
desbundados
Os protocolos dos sábios do
sei-não
Mas eu sei, rapaziada, abaixando as calças
E metendo com força no buraco do passado
Presente, futuro, faço a mim, inseguro
Querendo viver um pouco mais
E sujar os dedos com tinta-sangue
Já que não está fácil para a nossa imprensa
Que se inicie um novo portal de
ideias
Novas ou velhas ou originais quem sabe
Sabe e quem sabe faz ao vivo
Aqui fazemos o primeiro número do '
zine'
E se der certo, deu
Vamos em frente que atrás vem ausentes
Quem não gostar que pise no freio Tom Zé
Está iniciada a edição
Respeitável público, aqui o teatro é
Mágico mesmo, o circo voa
ultrasônico
Aproveitem as parcas páginas
Que a boca maldita tem fome de vida
Digital, ou não. E aí, bateu
?

Ismael Schonhorst.

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